segunda-feira, dezembro 17, 2007

Receitas do almoço de domingo - 1

Ufa! Finalmente, com uma semana de atraso, estou aqui para postar as fotos e receitas do almoço de domingo passado, que foi uma confraternização para pouquíssimas pessoas.

Primeiro, tenho que dizer que foi uma tarde agradabilíssima, um almoço que se estendeu das 13h às 21h!!! Mas com boa comida e, principalmente, boa companhia, fica muuuito mais fácil, né?

Vamos lá, então. Fotos, relatos e receitas - senta aí, que é coisa que só a peste!!!



Inicialmente, não posso deixar de mostrar a coisa liiinda que ficaram meus porta-guardanapos, feitos especialmente para mim por Mainha, of course! Fala sério, estão um charme só, né? Foram sucesso total no evento aqui em casa!!!


Ainda na parte "decorativa", close geral da mesa, quando nela só estavam as entradinhas, os copos e as canequinhas para o já tradicional creme de palmito, que desta vez foi feito com cogumelos - mas ficou igualmente delicioso!



Seguindo a trilha, aparece a Quiche de Bacon com Provolone, que nada mais é do que a versão genérica da Quiche de Gruyére com Bacon e Shiitake que a Dani já postou. Tudo bem, você tá com preguiça de pegar no link, né? Aqui vai ela, lembrando que eu omiti o shitake e usei provolone no lugar do Gruyére:

Quiche de Bacon, Gruyere e Shiitake (Quiche de provolone e bacon)
Massa: 120g de manteiga gelada em pedaços, 200g de farinha de trigo, 1 colher de chá de sal, 1 ovo.
Eu não sovo a massa eu coloco todos os ingredientes no processador e processo até formar uma bola. Depois eu dou uma amassada e coloco num saco plástico e levo à geladeira por uns 15 minutos.

(Minha massa foi assim: 2 colheres de sopa de manteiga, 1 colher de sopa de água, sal e farinha até dar o ponto. Forrei a forma, pré-assei e pronto!)

Recheio: 50g de bacon em fatias ; 1/2 xícara de cebola picada, 150 g de shiitake fatiado, 1/2 xícara de leite, 180 g de gruyere, 1 xícara de creme de leite, 2 colheres de sopa de farinha de trigo, 4 colheres de sopa de parmesão. (sem shitake, provolone em vez de gruyére e sem parmesão para gratinar)
Eu compro o bacon em fatias e pico em pedaços...você vai fritar esse bacon e quando ele estiver douradinho você tira da frigideira/panela e reserve. Na gordura do bacon você frita a cebola ( se achar que tem pouca gordura coloque um pouco de manteiga- eu não uso margarina) até ficar transparente, daí vc coloca o shiitake fatiado e deixa uns 4 minutos, nessa hora eu aproveito para dar uma temperada de leve com sal, pimenta moida na hora e qq outro tempero que lhe apeteça, só não exagero pq o queijo ainda não foi incorporado e a coisa pode ficar salgada demais. Enfim, após vc junta o creme de leite (eu uso o fresco, mas qq um serve) e o leite, quando ferver vc coloca o gruyere (eu ralo ele no ralo grosso pra ajudar) e o bacon. Nessa hora eu provo o sal e se precisar acrescento mais tempero geralmente uso nessa etapa um pouco de noz moscada e um mix de especiarias que eu ralo na hora só pra dar um toque.
Após esfriar vc junta as 2 colheres de farinha.

Eu abro a massa com um rolo e uso uma forma de 24 cx de fundo falso. Essa massa é muito delicada e quebradiça, se quiser usar outra massa da sua preferência manda pau. A massa será pre-assada por uns 20 minutos ou até esbranquiçar. Depois vc colocará o recheio e levará ao forno por uns 15/20 minutos, ah nesta hora vc coloca o parmesão pra dar aquela gratinada.



Teve também uma quiche de mostarda Dijon com sementes de papoula, que fiz recentemente e resolvi faezr de novo no dia do almoço. Simplérrima: mesma massa da quiche aí de cima (ou qualquer massa de torta/quiche que você goste e/ou esteja habituado (a) a fazer), e pro recheio é o seguinte:

2 ovos, 1 caixinha de creme de leite, 2 colheres de cream cheese, 2 colheres de requeijão, mostarda Dijon a gosto 9usei 3 colheres de café bem cheias, mas aconselho a ir colocando e provando, até chegar no ponto que lhe agrade), sal e pimenta do reino e uma colher de sopa de semenste de papoula. Modo de fazer: misturar tudo, colocar na massa pré-assada e levar ao forno, até assar o recheio (ou seja, até ele ficar firme e levemente dourado).



Como a intenção era servir coisas práticas e gostosas, as Nuts Picantes não poderiam estar de fora!!! desta vez, usei castanhas, amendoins, nozes, amêndoas e só. Para a casquinha delas, usei uma clara levemente batida com umas 2 colheres de água (até espumarem), mergulhei as nuts nessa mistura, peneirei e as coloquei dentro de um saco tipo Zip-loc, no qual já estavam sal, açúcar mascavo, páprica doce, pimenta do reino, uma pitada de cominho e uma raladinha de noz moscada e aniz estrelado ralados. Mexe, remexe, sacode, e depois foi só colocar tudo numa assadeira forrada com papel manteiga, e levar ao forno até criarem a casquinha, lembrando de mexer de vez em quando.



Por fim, resolvi também fazer um antepasto de beringela. Eu ia fazer o da Faby, que eu já conheço, mas tava com pressa e achei o da Eliana mais rápido, já que era de microondas. O probelma é que rende muito, e eu achei que ia espirrar no micro, de maneira que acabei usando a receita da Eliana, mas fazendo o antepasto no forno. Suuuper recomendo, fica simplesmente maravilhoso!!!! E super prático, o único trabalho é picar tudo e mexer de vez em quando, quando estiver no forno...

Segue a receita da Eliana:

300 g de beringela (cortada em cubinhos) - usei 2, cortadas em tiras finas
1 xícara (chá) uva passa sem sementes - usei da branca, hidratada em água
1/2 xícara (chá) vinagre
1 xícara (chá) de azeite - usei mais do que isso!!!
2 pimentões vermelhos (picadinhos) - usei um vermelho e um verde, em tiras
1 cebola picadinha
3 colheres (sopa) de manjericão picado - usei só orégano seco, um pacote pequeno
1 xícara (chá) de nozes picadas (opcional) - optei por não usar
* Usei 2 dentes de alho picadinhos também.

Bom agora vem a parte mais dificil da receita (risos). Junte tudo num refratario alto, e leve ao microondas por 12 min ai misture tudo muito bem e volte ao microondas em temperatura maxima por 15 min, deixe dentro do forno até esfriar. Leve para geladeira até hora de servir. Eu coloquei tudo numa assadeira, e levei ao forno pré-aquecido por mais ou menos 1 hora e meia, mexendo sempre.


(eu sei que a foto está péééssima, você não precisa repetir isso!)



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segunda-feira, outubro 08, 2007

Salmão com risoto de maracujá

Bem, para variar, essa é uma daquelas receitas saídas de minha fervilhante e cada vez mais ativa cabecinha.
A gente sempre come salmão ao molho de maracujá, né? E adora, né? Pois então, porque não subverter a ordem e, de repente, fazer um salmão que em vez de ser acompanhado apenas por um molho de maracujá, e acompanhado por um risoto maracujesco, hum? Hein, hein?
Pois é, pensando nisso, e já cansada do tradicional, resolvi inovar e experimentar. Como é uma receita que só fiz uma vez, a despeito do sucesso entre o público presente leia-se eu e Marido-cobaia - que me permitiria executar diversas outras oportunidades, não tenho as medidas exatas, mas vou dizendo o que fiz, e as medidas aproximadas, esperando sinceramente servir de inspiração para vocês, e que alguém tente reproduzir em casa anotando as quantidades certinhas, se achar que ficou gostoso.
Para fazer o salmão, eu me inspirei num episódio de Nigella, e foi assim: peguei 4 filés sem pele (mas podia ser com pele tb), bem limpinhos, e os deixei de molho apenas e tão-somente com shoyu.
Passados uns 20 minutinhos, liguei o forno alto, para pré-aquecer. Esquentei beeem uma frigideira com antiaderente, e quando ela estava bem quentinha, besuntei os filés com azeite (isso foi o Oliver quem me ensinou: não colocar óleo na frigideira, e sim no salmão) e os coloquei na panela hot-hot-hot, de dois em dois. Quando estavam selados de um lado, virei-os e os deixei selar do lado oposto.
Quando estavam selados (assados por fora, e crus por dentro, apenas para reter seus sucos naturais), coloquei-os em uma assadeira untada com azeite e levei-os ao forno beeem baixinho, cobertos com papel alumínio, para terminarem seu cozimento.
Quando já estava pertinho de servir, tirei o papel alumínio e aumentei o forno, para eles ficarem assim, bronzeadinhos como mostra a foto...
Passei, então, para o risotex. Aí é que lascou mesmo - noção quase zero das quantidades usadas... hohohoho
Fiz assim: manteiga derretendo com cebola (creio que umas 2 colheres de manteiga, e uma cebola pequena - poderia ser meia das grandes), refoga, apura, e quando a cebola está bem clarinha, uma xícara de arroz arbório não lavado e não escorrido, frita, mexe, remexe e coloca uma meia xícara de vinho branco ou vodca - aqui em casa tem sido vodca, primeiro porque eu não dei na minha mãe para abrir uma garrafa de vinho toda vez que precisar usar meia xícara, e segundo porque não tomamos vodca, então aproveito uma garrafa que tem aqui para todos os risotos!!!
Então, voltando... deixa o álcool da vodca evaporar e, a partir daí, em vez de colocar caldo de frango, carne ou legumes, coloque meia xícara de caldo de legumes (eu usei pronto) e o resto de líquido você coloca suco de maracujá.
Não sei quantas xícaras usei, mas o imposrtante é que você mantenha o suco aquecido e que ele não seja muuuito concentrado, para não ficar ácido demais. Sal eu coloquei quando já estava perto do final do cozimento.
Ah, e outra dica para quando já estiver perto do fim do cozimento: coloque um fio beem generoso de mel, que dá um toque muuuito bom ao prato.
Não usei manteiga e, para mim, queijo ralado aqui é proibido! Não acho que combinasse com salmão e maracujá, mas cada um sabe de si...
Pronto, o jantar já pode ser servido! E olha que não levou 45 minutos, viu?
As cenourinhas que você vê do lado eu coloquei só para ter um legume no prato, e fiz assim> cozinhei bem rapidinho, para ficarem crocantes, e as levei ao fogo, com manteiga, sal e pimenta do reino. Simples, mas sabe que eu até gostei?

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sexta-feira, setembro 28, 2007

Principal: Camarão Festivo - o retornodo do Jedi



Que título infame... pufff...

Enfim, passando ao prato principal do jantar da Confraria, apresento-lhes novamente o Camarão Festivo com Abacaxi.

Trata-se, como sabido, de uma versão minha para um prato que comi no Beijupirá, e que sem modéstia nenhuma eu posso afirmar que fica divino! Para não acharem que isso é um bloco do "eu sozinha", podem perguntar à Larissa, que ela também fez e aprovou.
Enfim, para ver a receita completa, é só baixar mais a página - ela se enontra aqui mesmo, no mês de setembro.
A única diferença é que eu forrei a assadeira com sal grosso, para levar assim à mesa e ficar mais charmosinho. Achei que ficou bem apresentável.
Vamos agora para as sobremesas???

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sexta-feira, julho 20, 2007

Conchiglione à moda da (minha) casa

Voltando à programação normal, passada a euforia da viagem e restando apenas as saudades e os mimos e guloseimas de lá, vamos novamente falar de comida, mais especificamente das gororobinhas que faço em casa e ouso chamar de receitas - pior! - compartilho com vocês...

Num daqueles dias periclitantes, em que a despensa pede, grita, clama por visitantes - ou seja, ela estava vazia e queria ser preenchida com a feira - aquela traiõeira companhia chadmada fome veio s eunir a mim e Marido, numa calma noite de inverno.

Em casa, disponíveis para o cardápio, pouquíssimos elemnetos. Pensei: "vai dar bode..." Em sentido figurado, é claro que se não tinha carne de boi ou galinha, de bode é que não ia ter meeesmo!!!

Foi aí então que eu me lembrei de 1/3 do pacote de conchigliones De Cecco que ainda restavam. Ótimo, pensei!!!! Dá um pouco de trabalho encher os danadinhos, mas já é uma boa opção.

Sim, dá trabalho rechear, mas... cadê o recheio? vasculha daqui, olha dali... Milho marido não come, ervilha não era a minha praia, queijo puro sem condições!!!

Plim! Sinal de alerta! Há abóbora cozida na geladeira!!! Resolvido, ia ser conchiglione de jerimum! Não sou eu que digo que preciso comer legumes e verduras? taí uma chance (jerimum é legume ou tubérculo???)

Fiz um purê rápido com o jerimum cozido, só não posso precisar as medidas pq, com a fome que estava, não pesei. E já tava cozido, então daria diferença... Coloquei manteiga na panela com o jerimum, um tico de nada de leite (acho que um dedo medido no copo, aproximadamente), sal, uma girada de pimenta moída na hora e umas 2 colheres de sopa que restavam do requeijão na geladeira. Engrossa um tantinho, e pronto. reserva.

À parte, já estavam em pagua abundante os conchigliones, que como eu disse foi 1/3 de um pacote da de cecco, uma marca da caixinha azul. É mais cara, ams vale super a pena. E você também não vai comer conchigliones todo dia, né?

Cozinhei-os em bastante água com sal, e meu cálculo de tempo foi o mínimo da embalagem, menos um (porque ele ainda vai pro formno, no molho, então suspeitei que cozinharia mais). Mas pode ser um pouco a mais também, se vc esquecer de tirar na hora. O importante é que ele ainda esteja firme, porque você vai precisar rechear cada um deles.

Frio o recheio, e frias as conchinhas, passei a rechear cada uma delas com uma porção do recheio e, no meio, um pedaço de queijo brie (achei um restico de nada na geladeira, e achei que combinaria). Depois de fazer isso com todos, coloquei-os no refratário, que a esta altura já estava com o fundo coberto por molho de tomate - este você faz segundo os costumes da (sua) casa (o meu foi tomate pelado em lata refogado no azeite e cebola com sal e uma colherinha de açúcar, bastante tempo no fogo e só) - e depois de arrumá-los todos lado a lado, joguei o resto do molho or cima, finalizando com parmesão ralado por cima.

Forno bem quente para derreter os queijos e, depois, muitos hummms e hummmsss, meus e de Marido. Caramba, ficou fantástico, sem nenhum pingo de modéstia!!!

E como inventei o prato e minha modéstia hoje foi passear, ele foi batizado como Conchiglione à minha moda, mesmo!!!

*Em tempo: não respondi aos comentários porque simplesmente eles não abrem!!! Mas agradeço a todos que continuam vindo me ver! Beijos e bom fim de semana pra todo mundo.

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quinta-feira, maio 17, 2007

Rondelle de presunto e queijo

Visitando uma Doce Casinha, acabei encontrando uma receita que atende aos meus desejos de sempre: praticidade, rapidez e gosto muito bom. Tem coisa melhor???


Foi o rondelli de presunto e queijo, algo super simples de fazer, e deliciosamente gostoso de comer.


Os ingredientes são os mais básicos possíveis nesta versão de queijo e presunto, mas o recheio pode variar infinitamente, de acordo com o que se tem na geladeira. A partir dele se tem um prato mais ou menos refinado...


Para fazer essa bandeja da foto, que é a menorzinha daqueles conjuntos que vêm com três unidades e serviu bem 2 pessoas, usei metade de um rolo de massa de pastel (que eu subdividi em outros 2 rolos, para não ficar muito gordinho), queijo, presunto e molho branco simples.


Para fazer, basta abrir o rolo de pastel, retirar o plástico protetor - esta parte é muuuito importante! - e untar a massa. A Silvinha usou maionese, mas eu preferi usar cream cheese. Acho que ambos ficam ótimos, e na falta deles, rola requeijão numa ótima, também.
Para rechear, usei mussarela e presunto light de peru (alguma coisa precisava ser mais leve, né???), polvilhados com orégano. Mas como eu já disse, dá para ser qualquer coisa - frango, tomate seco, tomate + queijo, legumes, acho que até mesmo carne moída, desde que usada fria.
Como eu dividi a massa em duas, fiz dois rolinhos, os quais fui cortando em fatias de mais ou menos uns três dedos, e colocando-os na assadeira, que já estava forrada com uma boa quantidade de molho. Não sei se é assim mesmo, mas eu coloquei os meus rondeles deitadinhos, entenderam?
Para o molho, eu fiz um bechamel simples, derretendo manteiga e acrescentando farinha de trigo, mexe bem por uns minutinhos, e depois acrescenta-se leite (de preferência já morninho), sal e noz moscada. Parênteses: eu odiaaava noz moscada, por causa de um negócio que comi no Rio grande do Sul chamado tórtei, que usa muuita noz-moscada. Mas em molhos acho que fica ótimo, só um toquezinho de leve. E já ouvi dizer, não sei onde, que em coisas que levam leite ela é indispensável - no que acredito piamente. Fecha parênteses.
Depois, acrescentei sal e um pouco de queijo ralado no molho (de saquinho, mesmo, não me matem), e pronto.
Como eu já disse, na assadeira foi molho + rondele + molho, mussarela em cima, e forno para gratinar.
Levou um tempo bem maior que o da Silvinha no forno, mas é que fiquei com medo de a massa não cozinhar... Mas valeu a pena: vejam o douradinho de queijo em cima... Hummmmmm


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domingo, maio 06, 2007

Vol-au-vents de tomate seco



Começando a série das comidinhas que pintaram no jantar de ontem aqui por casa, aparecem lépidos e fagueiros os vol-au-vents de tomate seco.

Antes, porém, deixa eu explicar umas coisinhas: houve, como felizmente sempre ocorre aqui em casa, fartura de comida, mas desta vez me policiei e não fiz 5.687.981.234 tipos de entradinhas, e sim apenas 4 (e uma amiga trouxe ainda uma bandeja de carpaccio); todas as opções levaram em conta, basicamente, a rapidez no preparo - e, porque não? - a apresentação, e assim ficou tudo pronto rápido, e com uma bela imagem; e, finalmente, não custa lembrar que meu talento para fotos já não é muito bom, e depois do teor alcoólico de ontem, então... afff!!!

Mas voltemos aos vol-au-vents... Para fazê-los, não há nenhum tipo de mistério ou dificuldade.

Dirija-se ao revendedor Arosa em sua cidade, ao supermercado mais próximo, ou a alguma loja que faça vol-au-vents congelados, e compre quantos pacotes desejar.

Retire-os do congelador, e uns 10 minutos depois, leve-os para assar em forno baixo pré-aquecido, sem esquecer de antes pincelar delicadamente cada um deles com um ovo ligeiramente batido. Estarão bons quando estiverem doiradinhos e apetitosos.

Para o recheio, eu usei um patê de tomates secos. Desta vez, inclusive, inovei na receita, pois em vez de usar ricota, usei cottage. E olha, nunca mais deixo de fazer essa troca, pois achei que o sabor fica muuuuito melhor com o cottage.

Misturei o queijo com o tomate seco, e levei para o processador, batendo bem. Se necessário, pode-se acrescentar um pocuo de creme de leite, para facilitar o processo.

Depois de frios os vol-au-vents, e com o recheio também à temperatura ambiente, bastou-me apertar-lhes o centro, para que aparecesse a cavidade em que o recheio seria inserido, e finalmente depositei lá o patê, colocando uma folhinha de manjericão em cada um dos bichinhos, só para dar aquele charme...

Qualquer recheo cai bem aqui: frango, camarão, queijos, ricota com nozes, ricota com hortelã, palmito... A geladeira e a despensa de casa são os limites!!!

Nada complicado, hein? E vejam só o efeito visual lindo que fica:


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